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domingo, 22 de maio de 2011

Campanha: 10 % do PIB já! para a Educação


Amigos e amigas, venho por meio desse post em meu blogue, pedir a ajuda de vocês para divulgarmos a campanha lançada pela professora Amanda Gurgel. Depois de seu vídeo divulgado no site Youtube, em que ela manifestou o sentimento de muitos profissionais da educação em nosso país, quero convidar os meus amigos e amigas das redes sociais para que divulguem nelas a campanha "10 % do PIB já". Ajudem-nos na missão de conclamarmos aos nossos representantes que percebam o caos que existe na educação de nosso país. E, ninguém fará nada se nós não brigarmos e protestarmos que as verbas arrecadadas de nossos impostos tenham o destino correto e, prioritariamente, que sejam investidas em educação. Educação precisa ser uma bandeira de todos nós. O nosso hino de torcida. Grata, B.B.
Nós sabemos pensar?
Nesta semana, tive a oportunidade de participar de um circuito de palestras em minha Universidade, na verdade, um curso para pós-graduandos, mas aberto aos que tivessem interesse. As palestras eram todas voltadas à educação, aos profissionais que desejavam se lançar na árdua tarefa de ensinar. Eu como já desempenho funções de monitoria, decidi participar das palestras para aprender um pouco mais, quem sabe ganhar mais experiência.
Das palestras que participei; aquela que mais agregou valor a mim foi a intitulada: “Correntes filosóficas na educação”. A palestrante fez uma abordagem dos padrões educacionais adotados no Brasil, desde a educação ministrada por jesuítas até “os modelos” vistos hoje em dia. Para situar os ouvintes lá, ela citou alguns conceitos sobre as diretrizes de educação estudadas pela filosofia, desde os modelos mais centralizadores, onde o professor é o detentor de todo o conhecimento, às novas formas de se pensar educação – professor é facilitador do ensino – formação humanística.
Questionamos a adoção de aprendizagem integrada, onde os conteúdos e as matérias aparecem interconectados, sem os fragmentos tradicionais, por exemplo, em vez de ensinar na aula de matemática, apenas, os conceitos da disciplina, faz-se uma inter-relação com outros conteúdos; a aplicação na química, por exemplo. Desta maneira, cria-se uma excelente ferramenta para expandir as possibilidades dos estudantes. Sem deixar à deriva o conteúdo, desfazem-se as limitações de que numa aula de cálculo, só discutem-se números, e não à aplicação deles para resolver problemas cotidianos.
Na teoria isto é sem dúvida um avanço, mas na prática não ocorre, e considerando que de uma maneira geral o Brasil não tem tradição em oferecer ensino de qualidade, pautada na dialética, na possibilidade de expansão da formação; no entendimento de que toda a formação é sempre básica em qualquer nível, não temos outra saída para sermos valorizados. As habilidades e o uso do conhecimento, das competências vindas com a experiência, com a prática, e a capacidade de cada cidadão usar a sua abstração, desmontar e reconstruir conceitos para entendê-los, é pessoal. Pensar com embasamento e referência nos muitos problemas e nas muitas formas sociais em nossa humanidade é o que deveria ser feito. Questionar os paradigmas prontos.
A pergunta por mim levantada é antiga: nós sabemos pensar? Não poderia ser diferente. No período das eleições, agora e de antes, não consigo ou pude ver em nenhuma candidatura, alguém que se levantou e disse: “precisamos fazer educação de verdade no nosso país?” Falo isso, porque tive oportunidade de estudar em outros países, e há uma diferença brutal na forma de conduzir o desenvolvimento humano nesses países em relação ao Brasil.
Nas últimas campanhas, os nossos candidatos trataram a educação como o meio para o jovem arrumar um emprego com um salário razoável. Ninguém falou de educação e deu os meios para fazer dela, a oportunidade das pessoas serem inseridas, social, econômica e politicamente.
Todos dizem, a educação é ruim, mas poucos conseguem perguntar: o que precisa ser feito para melhorá-la? O que significa ser uma educação de baixa qualidade? Educação de qualidade é a conteudista? É aquela que não dá conteúdo algum, mas pautada na muita abstração, deixa o estudante inseguro? Educação de qualidade é a formação de técnicos para o mundo do trabalho?
Não tenho nada contra a formação técnica, pelo contrário, porque de fato toda a formação traz uma tecnicidade bem estruturada. Busca desenvolver no futuro profissional habilidades para ele desempenhar a função de sua escolha de carreira com excelência. A minha não é diferente. Mas será que naqueles cursos pontuais, de curto período, as escolas estão preparadas para ensinar não somente o modo de fazer, mas todo o processo de conhecimento que gerou a forma de execução? O técnico de nível médio tem condições de discutir e inovar em cima de uma metodologia para arrancar-lhe melhorias apenas com o roteiro de boas práticas e de como executar o seu serviço?
Para atender as necessidades de empregabilidade do jovem, as propostas dos candidatos em educação resumem-se em promover formação técnica. Ótimo, porém faço mais uma pergunta: e a formação continuada desse jovem? Novos cursos, novos níveis, contato com o vasto campo chamado conhecimento. Ninguém disse claramente. Não estava em foco.
De uma maneira pragmática, tenho medo de uma mudança no projeto que oferece a oportunidade de uma universidade de conhecimento para todos, para outro projeto de oferecer escolas técnicas para todos, de tal maneira, que substitua a oportunidade de pessoas menos favorecidas alcançarem o ensino superior, para oferecer-lhes uma formação somente na execução tecnicista. Uns com o programa técnico, os demais, de outra maneira, mas no conteúdo e forma, as mesmas coisas – oferecer cursos para resolver problemas pontuais.
Aliás, em São Paulo, existe um projeto semelhante ao oferecido pelo Governo Federal do Brasil que ajuda estudantes a alcançarem o ensino superior pelo oferecimento de bolsas de estudo. Em troca, eles compartilham de seu conhecimento à comunidade, ministrando cursos e projetos nas escolas públicas. Infelizmente, o discurso de campanha para colocar duas professoras na sala de aula, reduziu o tamanho de outro projeto. A oportunidade de São Paulo ajudar jovens egressos do ensino médio foi quase extinta na justificativa de ter cumprido seu papel... Cumpriu mesmo? Observe o jogo: pouco se divulga sobre ele ainda existir. Ninguém pensou: “eles deixaram de ampliar as verbas no ensino público, de ampliar o investimento, mas por pura crueldade, acabaram com um projeto fidedigno, para colocar outro em prática – projeto de campanha”. Para amainar e ocultar intenções lançou-se outra moeda de troca, a dádiva da proliferação de mais escolas técnicas e faculdades de tecnologia. Ótimo, e as outras Universidades Estaduais? E os cursos mais humanos, não tão tecnológicos? Pessoas que não desejarem se aventurar profissionalmente nas tecnologias de informação, estarão excluídas do mundo do trabalho? Ou será que em vez de mundo, elas devem ser mercadorias à espera de seu comprador, no tão desejado mercado de trabalho?
Nós sabemos pensar? A resposta para a pergunta precisa ser dada intimamente no seio de cada leitor. Você sabe qual é a pergunta a ser feita? De quem cobrar quando os seus direitos são violados? De não se esquecer das promessas do passado, não cumpridas, e na época de eleição o mesmo candidato optou pelos apelos emocionados, de um dia ele ter oferecido uma cesta básica e uma consulta ao necessitado, desejando nas entrelinhas, o seu voto.
Alguém transformou o dever de empregar o dinheiro dos impostos pagos em melhorias à população, na ideia de benefício. Investir e reverter os recursos provenientes dos impostos pagos é previsto por lei e pelos instrumentos conferidos ao governante quando está no poder, mas alguns transformam isso em sinônimo de dar um presentinho; uma espécie de taça podendo ser tomada caso ele não seja reeleito. Ampliar a renda de uma família em alguns dinheiros, levar luz para os lugares mais distantes tornaram-se guaridas de titulações, novos certificados para governar por mais quatro anos. Pensar onde foi parar os investimentos em educação para o desenvolvimento humano e a mesma chance de cada necessitado construir sua própria história sem a ajuda substancial do governo, não foi dito a ninguém. Onde está aquela geração capaz de fazer a leitura dos entornos e enxergar que há uma violação muito clara naquilo que chamaram de progressão continuada? Infelizmente, pensar gasta muito tempo, dá muito trabalho, melhor esperar pelo sistema de leis e a sua generosidade.
É correta a proposta educacional da progressão continuada quando comparada aos modelos adotados na Inglaterra e outros países europeus, dando tempo para o aluno se desenvolver, não o punindo com um tempo preestabelecido para o desenvolvimento de suas habilidades, com duras reprovações traumáticas. Estar na escola mais tempo, gastar um período a mais em formação, não é um problema, mas um cuidado com a educação do cidadão sem deficiências básicas ao ingressar atuante no mundo contemporâneo. Este período não precisa ser executado sob o estigma de uma reprovação, o aluno pode acompanhar os colegas na sequência de conteúdos em que obteve êxito, mas naqueles cujas dificuldades não foram tratadas, retomam-se as aulas e os conceitos, investigam-se as dificuldades do aprendizado. Daí o nome, progressão continuada, progredir e dar continuidade à formação de cada estudante. Jamais pode significar que o estudante recebe certificação sem ter de fato recebido uma educação adequada e com bom desempenho. Espero com anseio as mudanças prometidas no modelo...
No Brasil, falo mais por São Paulo, se fez e ainda se faz se não houver mudança, aprovação automática. Além das melhorias irrelevantes, mas impactantes no apelo, já teve candidato se fantasiando de bonequinho super-herói no rodapé de sua campanha. Fazer o quê? Pensar.
Os instrumentos do país aprovam o Estado entre as primeiras colocações de ensino, a regra é clara, pelo sistema, somos os mais desenvolvidos. Ninguém tem culpa se os instrumentos de avaliação não conseguem de fato medir o aprendizado do aluno. Mesmo porque, depois ele pode procurar um cursinho e aprender a resolver provas escritas sem de fato conhecer as possibilidades de conhecimento nos conteúdos ali cobrados. O sistema é assim, queridos amigos, mais importante o escrito no papel do que a realidade dos fatos. Mais importante o diploma do que a formação recebida. Muito mais interessante, a quantidade de publicações, do que o prazer em ministrar boas aulas, o bem querer dos alunos. Ainda que essas coisas não estejam intimamente conectadas.
Tenho medo dos futuros profissionais que chegam ao mundo adulto das responsabilidades e se deparam sem condições de sair do ponto. Ou às vezes, nem têm a percepção, pois serão mais facilmente manipulados, pois passaram longos períodos sendo privados de uma boa aula, de bons materiais de apoio, professores motivados e sempre capacitados. Se perceberem, será bem tarde, do quanto foram vítimas da educação pública oferecida nesses últimos anos. Educação que não lhes permite mudar o sistema. Forma de conquistar o eleitorado da maneira mais vil e sutil, apelando para a pouca lembrança, a pouca capacidade de ler nas imediações e questionar o processo, da maioria trabalhadora e humilde, apelando para o imediatismo de dar uma ocupação para os filhos e as filhas, apelando para a pouca ajuda oferecida aos muitos necessitados, e foi tão bem recebida, dada à condição de margem da sociedade, que eles não puderam questionar, não tinham condições ou passariam por ingratos; mas seus testemunhos comovem tantos outros em situação semelhante, ou saída de tal.
Com a proliferação de instituições particulares, muitos doutores foram demitidos após o curso daquela ou de outra instituição ter sido aprovado no Ministério. Tem local que sequer há plano de carreira para os docentes; mas a instituição precisa dos doutores porque ela precisa se apresentar bem perante o país. Mas ninguém os vê, ou os vê pouco, nem o Ministério os vê. Tem local que oferece no lugar de uma aula com o facilitador do ensino, a troca por materiais autoexplicativos e autodidatas enviados de forma online. Pena, que se esses alunos não souberem pensar; em algumas áreas em sua vida profissional, a dúvida não sanada, a proposta não apresentada com auxílio do professor, pode no futuro comprometer à vida de outrem. E, depois, perguntar se aquele profissional tinha ou não o direito de errar. Até a D.P. que deveria vir como nova oportunidade de formar, já é feita virtualmente, porque reduzem os gastos da empresa de ensino. É mais importante o diploma, não o aprendizado. Isso ainda virará uma grande bomba-relógio.
O que fazer diante do caos? Prender-se às regras do jogo, ou oferecer o “jabá”? Pois também o sistema inovou criando uma moeda de troca entre os profissionais da educação pública em níveis fundamental e médio. Quem der uma aula melhor ganha um bônus, quem não se dedicar não ganha absolutamente nada. Sinceramente, a regra deveria fornecer bônus aos professores por eles já serem professores em nosso Estado. Um trabalho quase voluntário, pois eles nunca receberão o que merecem, sempre trabalharão além do que é aceitável. Somente quem nunca elaborou material de aula, ou nunca fez uma prova, ou sequer enfrentou violência e longas distâncias para chegar ao local de trabalho, pode sugerir que oferecer um bônus é valorizar o professor.
Muito pelo contrário, quando não há plano de carreira, mas jornadas duplas ou triplas, agressões de todos os lados, e um contrato de trabalho que já traz a premissa da culpa, sendo culpa de quem não teve condições de trabalho o não direito ao bônus, é que sabemos o valor de cada profissional de educação na prática. E o problema é ainda maior, criado pelo próprio sistema, os professores esperam pelo bônus, quando já deveriam ter salários dignos, recebendo dignamente pelas aulas ministradas, para somente receber alguma premiação, quando houve destaque. Bônus para quem, quando o prêmio substitui o pensamento de estar sendo desvalorizado? Professor não se dedica? Explica a regra melhor!
Enquanto isso, nossos representantes, responsáveis por elaborar os projetos de leis, trabalham três ou quatro vezes por semana, com direitos a longos períodos de férias e recessos, e na atribuição do dever conferida mediante a lei, se dão o direito de ajustarem seus salários em mais de sessenta por cento, em alguns casos. É a lei, a regra, não há o que fazer. Talvez fosse mais justo, oferecer esse reajuste ou dar em forma de bônus a todos os profissionais de educação, por serem eles os responsáveis em trazer os futuros eleitores, candidatos políticos e outros profissionais de ensino. Por serem eles a trabalharem cinco dias úteis de cada semana, e períodos além de sua jornada, para fazer algo muito difícil, educar. Para quem a regra foi criada? Quais são as leis e os direitos que garantem a dignidade de cidadãos e não lhes dão a sensação de estar sendo lesados? Quem criou as leis? Como elas devem ser aplicadas? Regras para as pessoas seguirem, ou pessoas para as regras?
Por que eu desejo dizer tantas coisas, e concomitantes, quando deveria apenas explicar as regras de uma partida, ou me atentar a apenas uma delas? Porque as muitas vertentes de uma competição requerem outras leituras, preponderantes ao processo em que somos colocados diante da norma, da regra, e nos vemos de mãos atadas, porque não temos a quem recorrer, não somos respeitados, que dizer valorizados?
Porque também há uma regra na torcida. Todo torcedor precisa gritar ou vibrar pelo seu time. Quando ele não joga bem, vaiar em protesto, mas nunca desistir de incentivá-lo. Então, se de composições, criações e normas, está permeada a minha obra, eu preciso usar a lei de time, o grito de torcida, manifestada em hino, nova letra e composição, para garantir o meu direito ao grito. (...)
(Este texto faz parte do meu novo trabalho)

Mais uma vez, grata. B.B. "10 % do PIB já" para a educação.

         Assinado: “Amor mais forte que a própria morte, capaz de se contentar com a alegria de outrem ainda que não seja com você.” B. B.

35 comentários:

  1. Que desabafo!!! Parabéns a prof. Amanda por nos representar brilhantemente..Sua fala é a minha angústia durante todo "santo" dia..Nosso salário fere a dignidade da pessoa Humana..Aqui no Estado do Rio é uma vergonha!!! Sem plano de saúde, professor não pode nem ficar doente.. e só pagam parcialmente a passagem..só dá pra duas semanas.

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  2. como fazemos para apoiar??Esta campanha pode tomar o rumo do ficha limpa que depois de varios acessos ser encaminhada ao plenário para virar lei???Diga o que temos que fazer???

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  3. Total apoio!!!!
    Os professores merecem reconhecimento, pois sem eles não haveria nenhuma outra profissão!!!

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  4. 10% do PIB já!!!!!! Os professores merecem muito mais que isso. Parabéns Amanda pela sua iniciativa!!!!

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  5. 10% do PIB já!!!!!! Apoio incondicional!

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  6. Obrigada Amanda por expor a minha angustia também! Estou a pouco mais de um ano na rede de ensino e já me sinto bastante desmotivada. Por diversas vezes ao dia, me pego pensando se estou no caminho certo, se escolhi a profissão certa, e quando me perguntam se eu gosto de ser professora, eu respondo: “Foi o que eu escolhi. Quando criança adorava as minhas professoras, nunca as desrespeitei e a minha brincadeira favorita era brincar de escolinha. Mas hoje em dia está muito difícil dar aula.” E não estendo mais a minha resposta, por, já tão cedo, estar cansada. Esse fascínio em ensinar não ficou apenas na minha infância, isso foi crescendo junto comigo, mas hoje, como já disse anteriormente, sinto-me desmotivada e angustiada pelos mesmos fatores que você Amanda, revelou.
    Quando escolhi essa profissão e que já era um sonho de infância, já sabia que não seria como brincar de escolinha, lógico, mas o ensinar me dá prazer assim como uma brincadeira dá prazer a uma criança, e durante esses meus poucos dias letivos, quase não pude desfrutar desse prazer. Chego a confundir meu sentimento de orgulho pela profissão, por vergonha em ter feito a escolha mais imbecil da minha vida, onde escolhi o prazer ao invés do lucrativo. E as pessoas dão risadas quando descobrem que sou professora, ou se assustam com a minha opção, dizem: “Você é louca!”
    Já apresento também, assim como a maioria dos meus colegas, problemas de saúde relacionados à profissão.
    Gostaria de ser respeitada, assim como respeitei meus professores, mas como pedir isso aos meus alunos, sendo que são tão pequenos perto dos poderosos políticos que me humilha todo mês com o “salário piada”, me ignora a cada momento e me desrespeita com a sua omissão.
    Quero mais uma vez te agradecer Amanda, por levar a minha voz com você e por resgatar em mim a vontade de não me calar diante de tanta injustiça.
    “ORGULHO EM SER PROFESSOR!”

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  7. 10% do pib ja e agora srs deputados e senadores

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  8. 10% do PIB já para Educação no Brasil. Vamos todos se mobilizar agora, essa luta é de toda a sociedade.

    Professor Jones
    Salvador-Ba

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  9. 10% do PIB já! A luta é nossa, vamos todos juntos nos mobilizar.

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  10. 10% do PIB já! A luta é nossa, vamos todos juntos nos mobilizar.

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  11. 10% do PIB já.Esta luta não é somente sua Amanda, estamos junto com você. Parabéns pela coragem...

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  12. JUNTOS SEREMOS FORTES!!!! 10% DO PIB JÁ!!!!

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  13. TOTAL APOIO À ESSA CAMPANHA!
    FALO EM NOME DOS MEUS COLEGAS AQUI DE MS, O QUE NÓS PASSAMOS DENTRO DAS SALAS DE AULA É EXATAMENTE O QUE A PROFESSORA AMANDA RELATOU!!!

    VAMOS EM FRENTE!!!!
    ABRAÇO!

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  14. Como Amanda mesmo disse: 'constrangedor nossos políticos não concederem 10% do PIB até o momento. Então que eles façam o seu dever de casa, estamos esperando!!!

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  15. Amanda uma verdadeira brasileira...

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  16. Cara colega, parabens estou com voces, e obrigado pelo desabafo que voce nos representou vamos a luta,pois somos brasileiros e merecemos ser tratado com respeito e ter valor principalmente aqui em nosso país.cleusa-mt

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  17. 10% do PIB direito legal direito negado!Até quando???????????????????????

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  18. Teresina - Piauí, também está em grave!

    A força da nossa greve provocou o adiamento da segunda votação da mensagem do prefeito Elmano Ferrer com o ridículo reajuste de 7% e, assim, conseguimos a abertura de um canal de negociação com a PMT, algo que não existia até então.

    O SINDSERM, avisa que a greve continua e que as mentiras espalhadas pela prefeitura nos meios de comunicação estão sendo desmascaradas uma a uma e chama todos os servidores municipais para a grande Assembleia Geral na proxima segunda, 23, momento em que repassaremos todos os detalhes da reunião e traçaremos novos passos para os proximos dias da greve.

    Neste canal de negociação o Prefeito, anuciou que entre o atraso de salarios e a greve, prefere a GREVE!

    ENTÃO A GREVE CONTINUA, PREFEITO A CULPA É SUA!

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  19. Prof. Amanda, parabéns e obrigada por mostrar ao Brasil e ao mundo a cara de educação brasileira. Aqui em MG nossa situação também não é diferente estamos em luta pelo piso salarial e nos foi imposto um subsidio vergonhoso(no minimo)onde todos os nossos direitos adquiridos ao longo da carreira já tão massacrada simplesmente "desaparecem"!Obrigada mais uma vez por nos emprestar sua voz pela luta por nossos direitos e acima de tudo pela nossa dignidade profissional. Maria José MG

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  20. 10% do PIB já!
    Sou professora da rede pública municipal de Pontal do Araguaia - M.T. e apoio e confirmo as declarações da Profª. Amanda.
    Parabéns pela coragem.

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  21. 10% do PIB já!
    Compartilhamos do mesmo sentimento..
    Andressa e Veranice

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  22. Sou professora do rede municipal e estadual em Caarapó no Mato Grosso do Sul e por aquí a história é a mesma!Faço minhas as palavras da professora Gurgel.E o pior é que nosso salário base no município é menor do que no RN!Tudo culpa desses políticos prepotentes!Apoio o movimento 10% do Pib na educação.

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  23. Sou Aurelice,professora de Louveira e Valinhos, apoio e me senti ouvida através da Professora Amanda, 10% do PIB já.

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  24. A fala da professora Amanda é completa, todos os conflitos vivenciados pelos professores em sala de aula, temos que nos unir, JUNTAR FORÇAS,terminei minha graduação recentemente, passei em um concurso público aqui pertinho da minha cidade Imperatriz-Ma, tive que abrir mão do concurso, pois com um salario de 1024.00, queriam que desse aula dois turnos, cargo horaria, de 40h semanais, fiquei frustrada, poxa 4 anos na faculdade, pra trabalhar dois turnos, por um salario desses. Cadê A VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR? a prioridade com a educação. A não sou eu a redentora da pátria não dá conta, 10% DO PIB JÁ

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  25. A tarefa de cada brasileiro e brasileira é de juntarmos nossas vozes por uma educação pública e de qualidade, à responsabilidade também é de todos e todas nós. Para que nossos direitos seja efetivado, devemos lutar pela implementação dos 10% do PIB PARA EDUCAÇÃO PÚBLICA JÁ - uma das principais bandeiras dos movimentos sociais colocada na ordem do dia. Parabéns a Amanda Gurgel pela intervenção na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Como ela falou em canais de televisão a luta também deve ser geral. Convocamos a toda sociedade brasileira a defender os 10% do PIB PARA EDUCAÇÃO JÁ.

    Vamos a luta

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  26. Quando eu me propus em ceder um espaço no meu blogue para ajudar a professora Amanda e ser mais uma a divulgar a sua campanha. E, dizer: "Olha governo, não está bom não. Não adianta jogar a culpa nos professores, não adianta falar pelos cutuvelos que houve avanços na educação, quando na realidade do dia-a-dia, o que vemos é alunos e professores desmotivados e falta de estrutura para educar." De verdade, o que me motiva é que ainda posso pedir incessantemente para que a educação seja levada com seriedade nos parlamentos, assembléias, e reuniões que decidem o futuro de muitas pessoas. De verdade, esse pedido precisa ser nosso o clamor sem enfado. Sempre dizer mais uma vez, protestar novamente, mostrar a realidade dos fatos, desagradável porque desfaz as propagandas dignas de produções cinematográficas, mascarando o caos que há, enganando milhões e milhões de pessoas.

    10% do PIB já para educação é um pedido da professora Amanda, meu, de outros professores e, precisa ser, de toda sociedade brasileira. Chega de fingir que o problema não existe. Chega de medidas paliativas, que não têm por desejo resolver o problema. O que devemos fazer? Contagiarmos uns aos outros, falarmos até sermos ouvidos; pois somos antes de tudo a sociedade.

    Quero agradecer a todos os amigos e amigas que deixaram seus comentários aqui em meu blogue, e manifestam o mesmo desejo que o meu e o da professora Amanda. Respeito aos profissionais e a sociedade, investimento sério para que haja melhorias significativas, não somente no discurso, é o que esperamos. Ninguém pode nos tirar o direito a nossa voz. Ninguém pode nos impedir de manifestarmos nossa posição diante do que se faz de verdade em relação à educação.

    O que dá para fazer? Continuarmos protestando e divulgando em nosso meio: 10% do PIB já para educação!

    Mais uma vez, muito obrigada a todos e todas. Bridgit Baldavir (B.B.)

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  27. Desculpem-me: o correto é cotovelos. Foi erro de digitação.

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  28. Vamos todos lutar por uma educação de qualidade.
    E isto deve começar por melhor condições de trabalho e de sobrevivência para a nossa categoria.
    10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO JÁ.

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  29. Galeraa! aqui astá o link para podermos assinar...Petiçao Pública 10% do PIB JÁ
    Vamos assinar a petiçao da Professora Amanda Gurgel
    http://www.peticaopublica.com.br/?pi=dpcdpj

    Apoie a luta dos professores de todo o Brasil!

    Abração a todos!! =^.^=

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  30. BOA NOITE ! Primeiramente, a parabenizo pela iniciativa corajosa de falar por todos os profissionais da educação do Brasil. Sou de Pernambuco - Taquaritinga do Norte - e a nossa classe ganha menos que vc! . . . minhas colegas mandam um abraço; Lúcia Helena, marleide, Fabiana, Ana, e diretora Adelma. Estamos com vc, nesta luta; pois, merecemos mais que R$ 930,00.

    Maria Lucidalva da Silva Rodrigues dos Santos.

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  31. Sou professor da Rede pública e particular e vejo que a educação tem sido tratada de modo grotesco, por favor BRASIL vamos entrar nessa luta contra o descaso para com os professores e a educação em geral. Lembrando que essa luta não pode parar agora. Todos juntos para um pais melhor e uma educação de qualidade e não de índices "números" como esses governos demagogos pregam.
    10% do PIB já. e é para agora mesmo.

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